(RAS)

Nem tudo que reluz é ouro. (Mas reluz!)

Textos

Mentes, porque mentes?

 

De repente, no repente, o que se sente 

Subitamente se vai…

De repente, tão furtivamente, o que foi semente, da árvore cai. 

Entrementes, o que foi fotograficamente, impresso na mente,

Os dentes de um fino pente arrancam…

E no coração da gente, um vazio iminente, lágrimas tristes decantam.

Assim, torna-se evidente que, recorrentemente, o que se sente contrasta com a razão, 

Que as juras do eternamente, tornam-se tão precocemente, palavras malditamente, tão inconsequentemente, ditas em vão. 

(RAS)
Enviado por (RAS) em 16/02/2026


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