

![]() Mentes, porque mentes?
De repente, no repente, o que se sente Subitamente se vai… De repente, tão furtivamente, o que foi semente, da árvore cai. Entrementes, o que foi fotograficamente, impresso na mente, Os dentes de um fino pente arrancam… E no coração da gente, um vazio iminente, lágrimas tristes decantam. Assim, torna-se evidente que, recorrentemente, o que se sente contrasta com a razão, Que as juras do eternamente, tornam-se tão precocemente, palavras malditamente, tão inconsequentemente, ditas em vão. (RAS)
Enviado por (RAS) em 16/02/2026
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