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Os entreveros nos entrementes.
Há sempre uma torre a frustar os desejos, Os ternos ensejos de abraços e beijos… Há sempre um príncipe a alçar perseverança, E que pelas enormes tranças, Por tão súbito amor se lança, A escalar a prisão de rapel… Mas, se falta ali esperanças, Inócuas, do dignitário, as ganâncias, Ou as cefaleias da prisioneira Rapunzel… Até que fiquem bem velhinhos, E façam da torre os seus ninho, E voem, um dia, felizes para o céu… (RAS)
Enviado por (RAS) em 06/09/2022
Alterado em 12/08/2025 Comentários
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