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A ÉTICA E O DIREITO (Quando a consciência não dói...)
Foi-nos concedido o sagrado direito de expressarmos o que sentimos e pensamos; nesse contexto, também reside o direito de outrem tomar esse lídimo direito como ofensas dolosas e aviltantes. Conclusão: o livre-arbítrio, mal interpretado, é uma armadilha — na verdade, um contrassenso —, pois ele, providencialmente, não se dissocia dos valores éticos, o que o torna nosso pedagógico cárcere, a nos polir, a nos esmerilhar e, concomitantemente, a nos ensinar, duramente, como dele usufruirmos de forma empática e responsável. (RAS)
Enviado por (RAS) em 12/06/2017
Alterado em 25/09/2026 Comentários
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