Clausuras inócuas.
É tanto sempre, é tanto nunca,
Tantas são as juras e nada é eterno como juram os namorados, ou os nubentes, candidatos a uma interação.Tudo é corroído pelo implacável Cronos. Faz-se exceção ao que é divino, apenas ao que é divino.
Somos energias pairando no cosmo, parametrizados pelo livre arbítrio. Por azimute é-nos oferecida a rosa dos ventos. E o que chamamos destino é quando em dado momento ou em alguma dimensão, essas energias se esbarram, se repelem ou se encaixam. Tudo depende das polaridades... eis que energias não cessam… eternas são as transformações...
Poupa-te, se quebraste algum juramento, não fomos criados para, necessariamente, acertar, caso contrário, não seriam criados os erros, ou não desfrutaríamos do eterno dom de perdoar do Criador, nossa Energia Maior!
Imperdoável é a ousadia humana ao “atirar pedras”, que na Lei do Retorno torna-se bumerangue.
Nesse flutuar, somos assediados por energias negativas, mas não nos esqueçamos de que também somos compostos dessas energias. A diferença está na capacidade de se irradiar mais ou menos positividade,
Não nos é dado o direito de positivar a outrem, podemos sim influenciá-lo.
Entenda a negatividade como parte do processo aprendizagem.
Eis que orbitamos entre o tolerável e o intolerável, nada é imperdoável, impossível e para sempre, nesse mundo de fugacidades e incertezas.
Livra-te dos conceitos mesquinhos e asfixiantes e lembra-te de Ícaro, obedeça as Leis da Natureza, mas jamais perca a possibilidade do voo, a liberdade de pensar, de tentar, de errar, de tentar outra vez, de se expressar e de agir.
Entenda e abra tua mente para o que deve ser incontestável: tudo foi criado para atender-te, basta saber usar!
Somos energia protagonista de uma eterna festa cósmica. Só não participa quem não quer, desse radiante cosmo, de energias luzentes, de eterno apagar e acender.
Não seja um irresponsável a flutuar nos excessos, mas também não admita que lhe tirem o brilho.
Tu és, com certeza, a criatura mais importante de Deus!!